Eleições Previ

Candidato chapa branca, Zeca afirma que não reconhece entidades do funcionalismo

    A eleição para diretor de planejamento da Previ teve origem na renúncia de um diretor que se dizia independente. Depois de dois anos sem mostrar capacidade para a função e de ter cometido possíveis desvios comportamentais, renunciou.

    Na tentativa de tomar a representação dos associados na Previ, o banco lançou o seu candidato, Zeca, que até dias atrás era diretor de distribuição do Banco. A diretoria que usa o chicote (assédio moral, perseguição e desrespeito) para fazer cumprir metas abusivas.    

    O candidato patronal afirma em seu material que “…não sigo orientação de entidades representativas…”, ou seja, é o candidato de si mesmo. Ele vai fazer a vontade do banco e não respeitar o direito dos associados.

    Estamos em um momento decisivo. Os funcionários têm duas opções, escolher alguém que tenha compromissos com os participantes ou aquele que se somará ao banco para atacar nossos direitos.

    Afirmar que não respeita as entidades do funcionalismo é o mesmo que dizer que não respeita as decisões dos funcionários tomadas nos seus fóruns decisórios. Isto significa tirar a representação dos associados na principal instância de decisão da Previ, onde se definem as regras de benefícios e os cuidados com o patrimônio dos mais de 200 mil participantes.

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