CASSI- BB

R E P A S S A N D O Prestem atenção, colegas! A questão é muito séria.

Vamos lembrar a direção do BB, particularmente à área de pessoal, que a CASSI foi criada,
ainda em 1944, para prestar Assistência à Saúde de seu funcionalismo, e, portanto, o BB tem esse
compromisso, principalmente quanto a seus aposentados e pensionistas, pois, como sabemos,
no passado não muito remoto, a adesão à CASSI era condição para assinar contrato trabalhista com
o Banco do Brasil.

Manoel Leite Magalhães.

Delegado Sindical e Membro do Conselho de Usuários da CASSI.

AAPBB
17/07/2015 – BANCO DO BRASIL AMEAÇA SUSTENTABILIDADE DO PLANO DE SAÚDE MAIS ANTIGO DO BRASIL
A FAABB divulga a nota abaixo a órgãos de imprensa e nas Redes Sociais para minimizar a estratégia espúria do BB.

A CASSI foi constituída em 27 de janeiro de 1944, tendo como associados os funcionários do Banco do Brasil de qualquer categoria, inclusive os aposentados.

Em seu Estatuto, a partir de 1973, determinava que: “a filiação à Caixa passa a ser obrigatória e registrada em contrato de trabalho dos funcionários do BB. A contribuição pessoal do associado é fixada em 1% de seus proventos gerais, enquanto o Banco contribui com o dobro, assumindo também a direção da entidade”.

Com o tempo, diversas alterações estatutárias foram promovidas, mas jamais foi rompida a responsabilidade do Banco do Brasil sobre a assistência à saúde. Contudo, o PLANO ASSOCIADOS DA CASSI – CAIXA DE ASSISTÊNCIA DOS FUNCIONÁRIOS DO BANCO DO BRASIL, o mais antigo Plano de Saúde do Brasil está em dificuldades.

Este Plano de Saúde atende somente funcionários do BB, seus aposentados, pensionistas e dependentes.

O Plano Associados apresentou déficit em 2014 e há projeção de novo déficit para 2015.

Como empregador, o BB tem compromisso com a Assistência à Saúde de seu funcionalismo, principalmente quanto a seus aposentados e pensionistas, pois, reafirmamos, no passado a adesão à CASSI era condição para assinar contrato trabalhista com o Banco do Brasil.

O BB é obrigado a lançar em Balanço sua responsabilidade atuarial com assistência à saúde de seus aposentados e pensionistas, ou seja, seu compromisso pós-laboral, e quer se livrar disso, repassando para a CASSI o valor que é obrigado a provisionar e assim, desvencilhar-se não só da obrigatoriedade da provisão, como também desvincular-se dessa responsabilidade pós laboral.

Como empregador, o BB tem compromisso com a Assistência à Saúde de seu funcionalismo, principalmente quanto a seus aposentados e pensionistas, pois, reafirmamos, no passado a adesão à CASSI era condição para assinar contrato trabalhista com o Banco do Brasil.

O orçamento do Plano Associados CASSI 2015 não foi aprovado, pois mantidas as atuais condições, projetava novo déficit para o final de 2015.

Como o Orçamento 2015 não foi aprovado, todas as despesas habituais da CASSI vão para voto no Conselho para discussão.

Com isso, o BB, através de seus indicados, tem endurecido a negociação, impedindo a renovação de convênios e/ou credenciamentos com hospitais, clínicas e médicos.

A cada renovação, evidentemente esses prestadores de serviço de saúde colocam à mesa suas expectativas de reajuste.

Os indicados pelo Banco ao se recusarem a aprovar variações de valores ínfimos, vetam o acordo fazendo com que os Hospitais, clínicas e médicos não tenham seus convênios renovados prejudicando milhares de famílias de funcionários e aposentados do BB.

Fica claro que o objetivo do Banco do Brasil é levar a situação a um estágio crítico, quer que o funcionalismo fique contra os eleitos pelos associados na Diretoria e Conselhos, quer forçar que sua proposta de transferir o compromisso pós-laboral projetado em R$ 5,830 bilhões para a CASSI e assim livrar-se da responsabilidade pós-laboral e pior: livrar-se da responsabilidade de cobrir déficits futuros.

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