Miriam Belchior é cotada para a Caixa

VALOR ECONÔMICO -SP | POLÍTICA
De Brasília

A presidente Dilma Rousseff estuda nomear a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, para a presidência da Caixa Econômica Federal. Já o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Paulo Caffarelli é o nome mais forte para assumir a presidência do Banco do Brasil, enquanto o vice-presidente de Negócios do BB, Alexandre Abreu, tornou-se cotado para a presidência do BNDES.
Para uma das diretorias do Banco de fomento, está cotado o economista Alessandro Teixeira, nome da cota pessoal de Dilma.
Dilma respeita o trabalho de Miriam e a quer no governo.
Houve rumores de que ela poderia assumir o Ministério de Minas e Energia, mas fontes do Palácio do Planalto e da cúpula do PT asseguram que ela pode assumir a Caixa, no lugar de Jorge Hereda, também indicado pelo PT. Sua missão principal seria aprimorar o programa Minha Casa, Minha Vida, em linha direta com Dilma.
Viúva do prefeito assassinado de Santo André, o petista Celso Daniel, integra a gestão petista desde o início do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sendo que sucedeu Dilma na coordenação do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) ainda na Casa Civil. Na transição da gestão Lula para Dilma, Miriam assumiu o Planejamento e a condução do programa de grandes obras de Infraestrutura.
Já o economista Paulo Caffarelli cresceu no embate interno pela presidência do Banco do Brasil, com a saída de Aldemir Bendine. Ele estava cotado, junto com Abreu, de quem é amigo, para a presidência do BB. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, avaliza Caffarelli; o ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, e o novo ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, apoiam o nome de Abreu.
Se Dilma atender o último pedido de Guido Mantega e optar por Caffarelli – que foi vice-presidente do BB antes de assumir o cargo na Fazenda, Abreu poderá ir para a presidência do BNDES.
Outro nome cotado para o Banco de fomento é o do economista Alessandro Teixeira, que foi um dos coordenadores da campanha à reeleição. Ele assumiria uma diretoria do BNDES. Ex-secretárioexecutivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e ex-presidente da Apex-Brasil, Teixeira é um dos auxiliares mais próximos de Dilma. Participou do governo de Olívio Dutra (1999- 2002) no Rio Grande do Sul ao lado de Dilma e do ministro do Desenvolvimento Agrário, Miguel Rossetto – que no segundo governo, deve assumir a Secretaria- Geral da Presidência. (AJ)

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