PRESIDENTE DO BRB PRECISA CONHECER O PAPEL DO SINDICATO

O comportamento do presidente do BRB, Paulo Evangelista, em relação ao Sindicato, apresenta oscilações, fazendo com que pareça o comportamento de um ciclotímico. Somente uma pessoa com esta característica pode se portar como ele: ora divulga pela intranet do banco que há uma boa relação, ora faz comentários em reuniões internas do BRB criticando o Sindicato, sem fundamento.

Na última semana, pouco antes de receber o Sindicato em audiência, o presidente, em reunião com os gerentes gerais, teceu comentários desqualificadores ao Sindicato, segundo fontes presentes à reunião. O curioso é que, na audiência com o Sindicato, ele não fez qualquer comentário parecido com o que dissera pouco antes aos gerentes gerais das agências.

Este comportamento é mais um indício do despreparo de Paulo Evangelista, que deveria se preocupar em gerir eficientemente o banco, e não em se perder em discussões sobre o que o Sindicato faz ou deixa de fazer. Se o presidente se desse ao trabalho de procurar saber sobre o papel de um sindicato, certamente não despenderia sua energia nesta tarefa sem sentido: tentar desgastar o Sindicato dos Bancários de Brasília.

Para facilitar o trabalho do presidente, o Sindicato informa que seu papel, além de representar os trabalhadores, dentre outras coisas, luta pela defesa do patrimônio público, que no caso do BRB, significa lutar pela sua permanência enquanto empresa pública.

Cabe também ao Sindicato questionar os atos da direção, buscando os agentes públicos como Tribunal de Contas da União (TCU), Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF), o Ministério Público (MP) na tentativa de fazer valer a luta pela defesa do patrimônio da sociedade. Por isto é que o Sindicato, além de atuar fortemente no dia a dia, busca a interferência que julgar necessária para defender o banco e seus funcionários.

O presidente, ao contrário, em uma atitude não afeita ao contraditório e à democracia, ao invés de cumprir seu papel de gestor e responder aos questionamentos dos órgãos fiscalizadores e reguladores, ataca a entidade representativa dos trabalhadores, vide resposta ao TCDF sobre a possível compra do “mainframe” da IBM em dezembro passado.

Presidente Paulo, o Sindicato continuará sua defesa do banco quer você queira, quer você não queira. Talvez a arrogância presente na alta cúpula do Banco do Brasil, da qual você fez parte, tenha turvado sua visão de mundo, impedindo uma clareza sobre o papel social de uma entidade como o Sindicato dos Bancários. Porém, este sindicato, construído com o suor e dedicação dos trabalhadores bancários do DF, incluindo os do BRB, não se abaterá nem mudará seu comportamento em função de sua visão ou de qualquer comentário infundado proferido por você.

Descomissionamento na TI é mais um ato absurdo do Conselho Diretor do BRB

Chegou ao Sindicato denúncias de que o banco fará o descomissionamento de diversos funcionários da TI, em função de cobrança do Sindicato, segundo o banco.

O Sindicato repudia esta situação e considera uma aberração o banco se utilizar deste subterfúgio para justificar suas ações desastradas, caso esteja realmente espalhando esta inverdade. Se o BRB pretende descomissionar alguém na TI, isto é de inteira responsabilidade do banco, e o Conselho Diretor deveria assumir isto. O que o Sindicato tem cobrado sempre é o cumprimento do PCCR, inclusive no que se refere aos critérios de comissionamento. Se o banco promoveu comissionamento à revelia do que prevê o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR), a responsabilidade de resolver este problema, criado por ele próprio, é do banco.

O Sindicato, ao tomar conhecimento da intenção do banco, reivindicou a suspensão imediata desta medida, e mais uma vez cobra dos gestores do BRB uma atitude que não penalize nenhum funcionário em função de suas ações impensadas e despropositadas.

Da Redação – Bancários DF

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