Gastança eleitoreira

O ESTADO DE S. PAULO – SP | ESPAÇO ABERTO

A mídia (não chapa-branca) noticia mais uma lambança com dinheiro público: o BNDES e a Caixa Econômica Federal (CEF) patrocinaram evento do MST em Brasília. Enquanto o Banco de fomento entrou com R$ 350 mil, a Caixa deu R$ 200 mil aos baderneiros de sempre, os mesmos que no dia 12 tentaram invadir o Supremo Tribunal Federal e deixaram 30 policiais feridos. Enquanto milhares de brasileiros, por falta de dinheiro, não têm condições de conhecer a capital do País, os desocupados vão lá quando querem. Quem financia viagens, bandeiras, bonés, celulares, alimentação? Agora sabemos que, ao menosemparte, somos nós mesmos. Oque é que o BNDES e a CEF têm que ver com isso? Por que dar dinheiro público que falta aoSUS e às Santas Casas, por exemplo? E mais: conforme o Estadão de domingo (A12), grande parte, se não a maioria, dos assentados vende a terra recebida ao agronegócio.

Em outras palavras, eles fazem manifestações (quase sempre não pacíficas), recebem terras, dinheiro para assentamento, “bondades” como Bolsa Família e simplesmente vendem a terra a terceiros. Daí partem para buscar com facilidade mais dinheiro público, estão aí o (des)governo lulopetista, autarquias e empresas públicas prontos para financiá- los. Pobre Brasil! Quer dizer, pobres de nossos filhos e netos! ÉLLIS A. OLIVEIRA elliscnh@hotmail.com.br Cunha

Dinheiro fácil para baderna

Não há dinheiro público que chegue para esse desgoverno distribuir a grupos de seu interesse.

Lemos a notícia de que aquele tumulto e a quebradeira proporcionados pelo MST em Brasília, com 32 pessoas feridas, entre elas 30 policiais, foram financiados pela CEF e pelo BNDES. E o mais grave é que esse dinheiro escorreu dos cofres públicos sem os trâmites legais de licitação, com a enganação de que serviria para financiar o evento do 6.º Congresso Nacional do MST.

As perguntas que não podem calar: o que os pagadores de altos impostos têm que ver com essa organização, que prega malfeitorias e violência em nome de assentar os sem-terra, os quais na sua maioria estão “assentados” nas cidades e são pagos para promover os tumultos?Quemde cara limpa consegue dinheiro dessas entidades financeiras com tanta facilidade? Quem controla a saída, o devido emprego e a devolução desses empréstimos aos bancos públicos? LEILA E. LEITÃO São Paulo

Estímulo à produção

Por que os líderes do MST, em vez de reivindicar mais terras para o homem do campo, não “trabalham a cabeça” dos que já receberam seus lotes para que produzam e não os vendam? VIRGÍLIO MELHADO PASSONI mmpassoni@gmail.com Jandaia do Sul (PR)

Sem-terra e agronegócio

Muito oportuna a reportagem Assentados vendem terra ao agronegócio (23/2, A12). O tema não é novo. No governo Juscelino Kubitschek, de que participei elaborando projetos na área, executamos com sucesso o plano piloto de reforma agrária. Fizemos 32 núcleos de reforma, tudo em 3 milhões de hectares. Sóem Jaíba (MG) e Petrolina (PE) obtivemos US$ 800 milhões de Exportação de frutas e até vinho. Demos aos assentados a terra, parte da destoca, casa, sementes e assistência técnica. Tudo sem barulho e sem invasões.

ANÍBAL TEIXEIRA, presidente do Instituto JK, ex-ministro do Planejamento renato.alvescunha@hotmail.com Belo Horizonte

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